Sexta, 03 de Julho, 2015
   
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Cebrapaz - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz

Nota do Cebrapaz em solidariedade ao povo mexicano e aos estudantes desaparecidos em Ayotzinapa

O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) vem manifestar sua solidariedade aos estudantes, movimentos sociais e ao povo mexicano que vem se mobilizando para exigir o esclarecimeno sobre o desaparecimento dos 43 estudantes da escola de Ayotzinapa desde o dia 26 de setembro de 2014.

O México se encontra numa situação crítica, com um país desestruturado pela forte dependência com os Estados Unidos, a influência do narcotráfico na economia, política e sociedade e a sistemática perseguição aos movimentos sociais. O massacre de Ayotzinapa fez com que a indignação coletiva nacional se transformasse num grande movimento de massas.

Hoje, o povo mexicano clama por justiça, mas mais do que isto, por um novo país. Que o México de Zapata e Pancho Villa reerga-se! Toda solidariedade ao povo mexicano!

poster of students missing from ayotzinapa

 

Cebrapaz repudia ordem israelense contra flotilha de ajuda humanitária a Gaza

O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) repudia, com profunda indignação, a ação truculenta de Israel por novamente impedir o acesso de uma flotilha que carregava ajuda humanitária para a Faixa de Gaza. Rechaçamos veementemente o posicionamento cínico do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e do ministro da Defesa Moshe Ya’alon, que não só ordenaram o impedimento da flotilha, como também negaram a existência de uma grave crise humanitária no território palestino, sitiado desde 2007 e bombardeado ao menos três vezes desde então.

O relatório do Conselho de Direitos Humanos da ONU publicado em 22 de junho endossou as denúncias que diversas organizações palestinas, israelenses e internacionais já vinham fazendo sobre a devastação da Faixa de Gaza pela “operação Margem Protetora”, entre 8 de julho e 26 de agosto de 2014. A ofensiva israelense matou mais de 2.200 pessoas; cerca de 66% delas eram civis e mais de 500, crianças, segundo o documento. A sombra da impunidade israelense mais uma vez paira sobre as vítimas.

A juíza Mary McGowan Davis, chefe da Comissão de Inquérito da ONU, afirmou que “a extensão da devastação e o sofrimento humano em Gaza foram inéditos e impactarão as gerações futuras.” Foi pensando nisso que a flotilha, composta por três embarcações, partiu de diferentes portos europeus para encontrarem-se em Gaza, levando ajuda humanitária e pretendendo furar o criminoso bloqueio – uma verdadeira “punição coletiva”, como reconhecido pela ONU e outras instituições, imposta a mais de 1,8 milhão de palestinos. Duas das embarcações retornaram, mas o Marianne foi escoltado pela Guarda Costeira israelense ao porto de Ahsdod, impedida de aportar em Gaza. A bordo estavam o ex-presidente da Tunísia Moncef Marzouki e o parlamentar Basel Ghattas, palestino-israelense.

O Cebrapaz reitera seu firme apoio à luta do povo palestino pela libertação, pelo fim da ocupação israelense e do bloqueio imposto à Faixa de Gaza. Continuamos atentos à questão para reafirmar nosso contundente rechaço à impunidade em que se baseia o regime israelense de ocupação, despojo e massacre do povo palestino. Exigimos maior compromisso com a responsabilização da liderança israelense pelos crimes de guerra cotidianos no Estado ocupado da Palestina!

 

Brasil e Estados Unidos: Diplomacia sim, anti-imperialismo também

A presidenta Dilma Rousseff iniciou no domingo (28/6) viagem de quatro dias aos Estados Unidos, mantendo encontro de alto nível com o presidente Barack Obama, em meio a uma movimentada agenda de trabalho em Nova York, Washington e São Francisco.

Por José Reinaldo Carvalho*

   

Cebrapaz participa do Fórum Social Mundial; movimentos sociais manifestam-se pela solidariedade entre os povos

O Fórum Social Mundial aconteceu na Tunísia, entre 24 e 28 de março, num ambiente diverso de solidariedade entre os povos na luta por um mundo melhor, mais justo e pela paz. Na capital do país norte-africano, representantes de organizações de todo o mundo (inclusive uma delegação brasileira de quase 200 pessoas de diversos movimentos sociais) debateram o contexto internacional de doméstico de vários países na busca e defesa da soberania popular, por mais mais participação política, por um modelo alternativo socio-político, saídas justas à crise internacional do capitalismo, a democratização dos meios de comunicação, entre outras pautas prioritárias e comuns a movimentos sociais. O Cebrapaz também participou do evento e das grandes marchas realizadas em torno da solidariedade entre os povos do mundo.

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Conselho Português pela Paz e Cooperação realiza debate sobre 65 anos do CMP e desafios atuais

O Conselho Português pela Paz e Cooperação (CPPC) realizou um debate, nesta quarta-feira (17/6), em Lisboa, sobre os 65 anos do Conselho Mundial da Paz (CMP). A presidenta da direção do CPPC, Ilda Figueiredo, a presidenta do CMP, Socorro Gomes, e o jornalista José Goulão abordaram o contexto do nascimento deste movimento mundial de oposição à guerra, ao fascismo e ao imperialismo, e os desafios atuais num planeta cada vez mais militarizado, onde os povos devem envidar cada vez mais esforços pela paz. O debate, intitulado “Conselho Mundial da Paz: 65 anos de Luta Pela Paz e Desafios Atuais”, contou com a participação de militantes e representantes de diversas organizações portuguesas dedicadas a lutas populares diretamente ligadas à questão da paz.

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