Sexta, 26 de Dezembro, 2014
   
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Cebrapaz - Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz

Nota do Cebrapaz em solidariedade ao povo mexicano e aos estudantes desaparecidos em Ayotzinapa

O Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) vem manifestar sua solidariedade aos estudantes, movimentos sociais e ao povo mexicano que vem se mobilizando para exigir o esclarecimeno sobre o desaparecimento dos 43 estudantes da escola de Ayotzinapa desde o dia 26 de setembro de 2014.

O México se encontra numa situação crítica, com um país desestruturado pela forte dependência com os Estados Unidos, a influência do narcotráfico na economia, política e sociedade e a sistemática perseguição aos movimentos sociais. O massacre de Ayotzinapa fez com que a indignação coletiva nacional se transformasse num grande movimento de massas.

Hoje, o povo mexicano clama por justiça, mas mais do que isto, por um novo país. Que o México de Zapata e Pancho Villa reerga-se! Toda solidariedade ao povo mexicano!

poster of students missing from ayotzinapa

 

Direito internacional é a estratégia da Palestina, diz ex-chanceler Nabil Shaath

A estratégia da Organização para a Libertação da Palestina para contornar o impasse nas negociações com Israel é afirmar o Estado da Palestina como ator internacional, mas a responsabilização israelense por crimes de guerra também é prioridade. Em entrevista, o ex-chanceler Nabil Shaath explicou os avanços para a conferência entre Estados parte da Quarta Convenção de Genebra e a votação de uma resolução no Conselho de Segurança da ONU pelo fim da ocupação.

Por Moara Crivelente*

Soldados israelenses e palestinos em confrontos no centro de Hebron, Cisjordânia, em fevereiro, durante um protesto para marcar os 20 anos do massacre da Mesquita de Abraão e exigir a abertura da Avenida Shuhada, bloqueada desde então. 

 

Conselho Mundial da Paz saúda o povo cubano pelo retorno dos seus cinco heróis a Cuba

A presidência do Conselho Mundial da Paz enviou uma carta à Embaixada de Cuba no Brasil, após receber a notícia, nesta quarta-feira (17), sobre o retorno dos três patriotas cubanos que ainda estavam encarcerados nos Estados Unidos. Movimentos sociais e organizações de todo o mundo empenharam-se, ao longo dos 16 anos de prisão dos cubanos anti-terroristas nos EUA, por sua libertação. A denúncia reiterada do caráter político assentado na ingerência imperialista contra Cuba foi uma constante nas ações dessas entidades solidárias ao povo cubano. Leia a seguir a nota do CMP, enviada à Embaixada cubana em Brasília.

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Na Palestina ocupada, violações dos direitos humanos são as estratégias do regime sionista contra a resistência

Após uma sequência vertiginosa em que a violência da ocupação israelense e do sistema que a sustenta foi acompanhada por uma turbulência doméstica, causada pela medida que busca caracterizar legalmente Israel como “Estado para o povo judeu” (num anacronismo racista e extremista), no Dia internacional dos Direitos Humanos, a mais recente vítima da opressão sionista foi o ministro palestino Ziad Abu Ein, que morreu na quarta-feira (10/12).

Por Moara Crivelente*

Ministro palestino Ziad Abu Ein briga com guarda de fronteira israelense perto de Ramallah pouco antes de ser morto nesta quarta-feira (10) (Foto: Mohamad Torokman/Reuters)

 

Relatório do Senado dos EUA detalha o programa de tortura e prisões secretas da CIA

Quase 530 páginas de um relatório publicado pelo Comitê de Inteligência do Senado dos Estados Unidos confirmam o que movimentos pela paz e anti-imperialistas de todo o mundo já têm denunciado reiteradamente: o governo estadunidense e sua Agência Central de Inteligência (CIA) usam tortura em prisões secretas, embora tenha sido denominada “práticas avançadas de interrogatório”. O programa secreto da CIA foi lançado pouco após os ataques de 11 de setembro, a tragédia usada pelos EUA para justificar agressões, invasões, ocupações e violações graves dos direitos humanos contra vários povos em todo o mundo, na chamada “guerra contra o terror”.

   

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