Movimentos convocam uma Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo

Diversos sindicatos, movimentos sociais, articulações e organizações regionais preparam ações para a Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo, convocada para 4 de novembro de 2016. A iniciativa pretende ser mais um momento de fortalecimento das lutas populares e da resistência regional, pela integração solidária, a autodeterminação e a soberania, contra os acordos de livre-comércio e as transnacionais.

Na Jornada convocada, os movimentos e entidades engajados poderão realizar atividades, protestos, oficinas e atos, divulgar relatórios e promover outras formas de expressão nacionais ou regionais sobre os direitos dos trabalhadores e das trabalhadoras, o avanço do neoliberalismo e a defesa da democracia. A associação da virulência crescente do imperialismo à opressão e à promoção da guerra também pode ser enfatizada.

Os responsáveis pela convocatória são expressões há décadas articuladas “em espaços de resistência, luta e construção de alternativas, que retomaram o esforço de se encontrar na tradição da unidade como condição necessária para avançar na presente etapa da nossa história,” formando parte de iniciativas regionais de peso como a Campanha Continental contra a Aliança de Livre-Comércio das Américas (ALCA).

Aliás, foi na comemoração dos 10 anos da derrota da ALCA que essas entidades reuniram-se, em Havana, Cuba, em 2015, para “identificar uma agenda mínima de construção como parte de um processo de rearticulação dos movimentos populares do continente,” de acordo com a convocatória.

Em São Paulo, a Jornada foi lançada em 8 de julho, no VII Fórum Social Mundial das Migrações. 

Na análise da atual conjuntura regional, os articuladores identificaram o novo momento histórico em termos políticos e econômicos e os desafios que os povos enfrentam com o avanço do neoliberalismo. A promoção do Acordo Transpacífico (TPP), os Tratados Bilaterias de Investimento (TBI), o Acordo sobre Comércio e Serviços (TISA), a Associação Transatlântica de Comércio e Investimentos (TTIP), entre outros, estão entre os projetos neoliberais destacados pelas entidades, assim como a ofensiva das grandes corporações.

Para mais análises, informações, materiais e sugestões de atividades, visite aqui a página da Jornada Continental pela Democracia e contra o Neoliberalismo.

Cebrapaz

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