Socorro destaca importância do fórum sobre ‘equilíbrio do mundo’ em Cuba

A presidenta do Conselho Mundial pela Paz (CMP), Socorro Gomes, disse, nesta quinta-feira (17), que a 3ª Conferência Internacional sobre o Equilíbrio do Mundo consistirá num espaço de unidade das forças revolucionárias e progressistas latino-americanas e caribenhas.

 Este encontro, que ocorrerá na capital cubana entre os dias 28 e 30 de janeiro, será uma oportunidade para aprofundar o conhecimento sobre a vida e a obra de José Martí, que dedicou-se inteiramente a defesa dos nobres valores humanistas, de justiça e liberdade, destacou Socorro, em entrevista para a Prensa Latina.

“As ideias de Martí, herói da independência cubana, e sua luta pela libertação dos povos da América, são referência para todos os revolucionários e militantes que lutam pela paz e pela integração regional”, destacou.

Para a presidenta do CMP, o pensamento de Martí, que definiu também como internacionalista por sua defesa de uma pátria latino-americana sem opressão e dominação imperialista, está presente nos revolucionários de hoje, que sob a liderança de Fidel Castro, disseminaram solidariedade por todo o planeta, levando saúde, educação e a convicção de que a Pátria é Humanidade.

“Estas ideias abandeiraram a luta contra o colonialismo no continente africano e estão presentes no Haiti, com a silenciosa ajuda humanitária, onde milhões de médicos salvam vidas”, asseverou.

Ao referir-se aos processos que ocorrem na América Latina, considerou importante a integração dos povos da região para consolidar a plena independência e soberania do continente.

“Conseguiram avanços neste sentidos”, sinalizou ao destacar os passos dados pela Venezuela, sob a liderança de Hugo Chávez, que “é um líder que tem a simpatia dos povos da região”.

Socorro ponderou que Cuba assumirá, nos próximos dias, a presidência da Comunidade de Estados Latino-americanos e Caribenhos (Celac), da qual os Estados Unidos não participam. “A Celac constitui uma vitória do pensamento do Apostolo José Martí, pois une os países da América Latina para resistir à expansão dos Estados Unidos pelo continente”.

A pacifista condenou o processo judicial e as sanções impostas para os cinco cubanos presos, injustamente, nos Estados Unidos para evitar ações de terroristas contra Cuba.

“Esse julgamento contra os patriotas foi uma expressão de ódio contra Cuba e seu espírito indômito”, apontou ao realçar que o império não se conforma com a valentia de um povo decidido a defender seu direito de ser livre.

“As abusivas sentenças contra Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Antonio Guerrero, René González e Fernando González são uma demonstração clara de que o governo estadunidense não tem apreço algum pela justiça”, concluiu.

Fonte: Prensa Latina
Tradução da redação do Vermelho

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